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dc.creatorPrado, Maria Lígia Coelho.en
dc.date.accessioned2008-12-08T18:40:46Zen
dc.date.available2008-12-08T18:40:46Zen
dc.date.created2002en
dc.date.issued2008-12-08T18:40:46Zen
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/2152/4101en
dc.description.abstractEdmundo O’Gorman, em seu clássico A Invenção da América, afirma que, sem contradição lógica, a América é, e ao mesmo tempo, não é a Europa, "condição dramática de sua existência e chave de seu destino". Podemos afirmar igualmente que - como dois pólos que se atraem e se repelem - o Brasil é, e ao mesmo tempo, não é América Latina. Esta existência contraditória me leva a propor uma reflexão sobre o distanciamento político e cultural entre o Brasil e os demais países da América Latina de colonização espanhola. A explicação mais simples para esse fenômeno começa invariavelmente pela afirmação de que a cultura brasileira está profundamente marcada por uma tradição eurocêntrica, responsável, portanto, pelo fato do país estar de olhos postos na Europa e de costas para a América Latina. Ainda que esta indicação seja indiscutível, permanece demasiadamente genérica, fechando-se nela mesma.en
dc.language.isootheren
dc.relation.ispartofseriesVisiting Resource Professors Papers;en
dc.subjectSouth Americaen
dc.subjectBrazilen
dc.subjectCultureen
dc.subjectHistoryen
dc.subjectAmérica do Sulen
dc.subjectBrasilen
dc.subjectCulturaen
dc.subjectHistoriaen
dc.titleO Brasil e a Distante America do Sulen
dc.typeWorking Paperen
dc.description.departmentLatin American Studiesen


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